Como a Disobey simplificou a sua gestão em 3 meses, sem complicações

Juliette Saez-Lopez
Autor verificado
27 de Maio, 2025

Passar de três ferramentas isoladas para uma gestão centralizada.

Foi essa a viragem estratégica que a Disobey, uma agência de comunicação de Nantes com cerca de quinze colaboradores, deu. Uma transformação conduzida a todo o vapor por Wendy Joulin, a «mãe» da agência – é assim que a chamam internamente.

Qual é o objetivo dele? Recuperar a clareza, a eficiência… e, acima de tudo, deixar de ficar a correr atrás das notícias o dia inteiro.

O desafio: ter de lidar com demasiadas ferramentas, com demasiada frequência

Antes do Furious, o dia-a-dia na Disobey parecia uma caça ao tesouro digital.

  • Um ERP desatualizado para o acompanhamento de projetos e do tempo (instalado localmente, sem atualizações).
  • Um software de RH para a gestão de férias.
  • O Trello ajuda a coordenar as equipas.

Junta a isso uma gestão de despesas «à moda antiga» (ou seja: envio de comprovativos por e-mail e arquivamento manual), e tens um terreno fértil para erros, esquecimentos e… frustrações.

A Wendy resume bem:

Estava constantemente a insistir com as equipas. Ninguém queria usar a ferramenta, parecia que estávamos a recuar em vez de avançar.

Wendy Joulin - Responsável Administrativa na Disobey


Descobre o Furious

O Le Déclic: uma ferramenta multifuncional, pensada especialmente para agências

A mudança começou graças ao boca a boca. Ao conversar com um colega, a Wendy ouve falar do Furious. A ferramenta está na boca de todos, os comentários são positivos e a curiosidade foi despertada.

Depois de ver uma demonstração, a Wendy ficou convencida: a ferramenta é moderna, intuitiva, está disponível para dispositivos móveis e, acima de tudo… permite centralizar tudo.

Percebemos logo que íamos conseguir juntar tudo: gestão de projetos, faturação, compras, férias, controlo de horas… Era exatamente o que procurávamos.

Wendy Joulin - Responsável Administrativa na Disobey

Não foi preciso recorrer a um integrador externo: foi a própria Wendy que coordenou a implementação. Em três meses, tudo estava configurado e os primeiros colaboradores já estavam a usar o sistema.

Os 3 erros que eles evitaram (e que também te convém evitar)

  1. Subestimar a gestão da mudança: a Wendy envolveu um gestor de projeto na fase de testes para garantir que a equipa no terreno acompanhasse o processo. Boa escolha.
  2. Migrar tudo de uma vez: a Disobey optou por uma abordagem gradual, com um período de «coexistência» entre o Trello e o Furious. Resultado: sem pânico, transição tranquila.
  3. Ignorar os hábitos reais das equipas: Ao integrar os casos de utilização concretos logo na fase de configuração, a Wendy antecipou os obstáculos. O segredo dela? Ela conhece as suas equipas…e a sua ferramenta.

As etapas principais da implementação

  1. Outubro: A Wendy assume o comando do Furious, configura os projetos, os contactos e os direitos.
  2. Novembro: ela integra um colaborador para validar a utilização no terreno.
  3. Janeiro: toda a agência muda oficialmente para o novo sistema. Já não precisas de outras ferramentas.

Tudo isto sem suar frio. Nem café entornado. (Pelo menos, que nós saibamos).

O que o Furious mudou na tua vida quotidiana

A centralização da informação libertou tempo… e espaço mental. Resultado: mais fluidez, menos microgestão, mais autonomia.

Antes: a Wendy era o ponto central. Qualquer assunto (pagamentos, férias, faturas) passava por ela.

Hoje em dia: todos têm acesso à informação de que precisam, quando precisam.

Poupa-se imenso tempo. Os colaboradores abrem o projeto e têm acesso ao histórico. Até os post-its estão integrados.

Wendy Joulin - Responsável Administrativa na Disobey

A centralização da informação libertou tempo… e espaço mental. Resultado: mais fluidez, menos microgestão, mais autonomia.

3 boas práticas a reter da Disobey

A Wendy não se limitou a «implementar uma ferramenta». Ela liderou um verdadeiro processo de otimização de processos, com método e bom senso. Eis o que qualquer agência teria a ganhar se fizesse o mesmo:

  1. Confiar a coordenação a uma pessoa de referência: a Wendy foi a força motriz do início ao fim.
  2. Teste com duas perspetivas (administrativa + operacional): para uma visão de 360° das necessidades.
  3. Acabar com a dispersão: uma única ferramenta, um único ponto de acesso, uma única versão da verdade.


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O que o Furious lhes permite fazer hoje

Desde as primeiras semanas, os efeitos da centralização fizeram-se sentir na Disobey. Não foi preciso esperar meses para notar uma mudança na fluidez do dia-a-dia.

Menos tempo perdido a alternar entre ferramentas

Antes, uma simples aprovação de projeto podia exigir a abertura de três aplicações: uma para controlar as horas, outra para verificar as férias e uma terceira para encontrar o ficheiro de faturação certo. E, às vezes… uma pequena passagem pela caixa de correio da Wendy.

Já não preciso de abrir três programas só para ver a mesma informação. Está tudo aqui, no sítio certo.

Wendy Joulin - Responsável Administrativa na Disobey

Agora, está tudo no Furious. Os gestores de projeto, os gestores de contas, a equipa de criação, a contabilidade: todos trabalham no mesmo ambiente, com uma interface única e dados atualizados em tempo real.


Menos e-mails, mais transparência

Na Disobey, cada projeto reúne todas as informações úteis: tarefas a realizar, comentários, notas internas, documentos partilhados, histórico de aprovações, estado da faturação… Acabaram-se as mensagens em cadeia para saber se um determinado pagamento foi efetuado ou se o orçamento foi assinado.

Todos têm acesso ao que precisam, sem terem de pedir

Poupa-se imenso tempo. Os colaboradores abrem o projeto e têm acesso ao histórico. Até os post-its estão integrados.

Wendy Joulin - Responsável Administrativa na Disobey

Menos dependência, mais autonomia

Antes, a Wendy era a central de controlo. Cada aprovação, cada acompanhamento, cada confirmação passava por ela. Hoje, os colaboradores podem navegar na ferramenta, aceder às informações de que precisam e acompanhar a evolução dos seus projetos em tempo real.

É claro que ela continua atenta ao que se passa, mas já não é o ponto de estrangulamento.

E essa mudança também é psicológica: as equipas sentem-se mais responsáveis e mais envolvidas, porque estão mais bem preparadas para agir sem intermediários.

Menos burocracia, mais agilidade no terreno

Uma boa ferramenta é também uma ferramenta concebida para a vida real. E numa agência onde as equipas estão constantemente em reuniões ou em deslocações, a aplicação móvel faz toda a diferença.

Despesas, recibos, consultas rápidas: tudo se pode fazer a partir de um telemóvel.
Já não precisas de guardar os recibos no fundo de uma mala, na esperança de te lembrares deles no final do mês.

Menos ambiguidade, mais clareza para todos

Uma das vantagens mais significativas é a atualização da informação.

Agora, todos os membros da equipa partilham a mesma base de referência: um projeto, um estado e um histórico comum. Em caso de rotatividade ou ausência, a continuidade está garantida.

O Furious torna-se o repositório comum da agência. Uma base em que nos podemos apoiar — sem depender da memória de cada um.

E tu, quanto tempo ainda perdes a tentar recompor as coisas?

A Disobey não se limitou a adotar uma ferramenta: simplificou a sua forma de trabalhar.
O Furious permitiu-lhes unificar os seus processos, agilizar os seus fluxos e tornar as suas equipas mais empenhadas.

E se fizesses a mesma escolha que eles?


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